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Lago do Amor de Campo Grande pode desaparecer em 20 anos, dizem pesquisadores da UFMS

O Lago do Amor que fica na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande, pode desaparecer em 20 anos por causa do assoreamento, segundo os pesquisadores da UFMS.

A prefeitura de Campo Grande disse que estuda uma parceria com a UFMS para fazer um diagnóstico em conjunto para identificar quais medidas podem ser adotadas. Uma reunião do grupo de trabalho deve ser realizada na quarta-feira (19).

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Um dos cartões postais da capital tem o encontro de dois córregos, o Cabaça e o Bandeira. A área foi urbanizada e recebe muitas pessoas aos fins de semana para passear e contemplar os animais que vivem por ali, enfim, é um pedaço da natureza no meio da cidade.
“Basicamente é o que está provocando o maior problema aqui no lago. São partículas sólidas que vêm carreadas e montantes por falta de um sistema de conservação do solo nessa Bacia do Bandeira”, explicou o professor Teodorico Alves Sobrinho.
Segundo o levantamento, o sedimento, principalmente areia, que desloca de outros bairros e para no lago soma cerca de seis toneladas por ano. O crescimento de bancos de areia é o sinal mais claro do assoreamento.
Nos últimos nove anos, o Lago do Amor perdeu quase 59 mil metros cúbicos de água, o equivalente a uma área de 23 piscinas olímpicas. Isso significa uma redução de 30% no volume de água. A área linear também diminuiu: três hectares, que dá cerca de três campos de futebol.
Um projeto, feito pela universidade, define ações para os próximos cinco anos para salvar o Lago do Amor.
“A universidade já está fazendo plantio de árvore aqui no entorno para reduzir o escoamento. Ações no sentido de reduzir ou melhoria da drenagem urbana para evitar que os sedimentos venham até os corpos d’água”, afirmou o professor.

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